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Com o pseudônimo de João do Rio, o jornalista e escritor Paulo Barreto realizou obra literária notável, sendo o inventor da reportagem em termos modernos e um grande criador da crônica literária. O inquérito que fez junto a escritores do começo do século XX, tornou-se uma fonte indispensável ao pensamento literário da época. se transformaria, nas palavras de Raimundo Magalhães Jr., num “documento expressivo do ambiente intelectual brasileiro na primeira década do século passado e da mentalidade nele dominante”. Segundo Wilson Martins, “O momento literário é um quadro de honra extraordinariamente interessante da 'classe de 1908', entendida a expressão como indicando os nossos escritores mais significativos e importantes nos começos do século”.O momento literário |
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O sentido dos sentidos - a educação do sensível
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Dominique Maingueneau é um estudioso já conhecido do público brasileiro, sobretudo no meio universitário. Suas obras Novas tendências em análise do discurso, Pragmática para o texto literário e O contexto da obra literária, já foram traduzidas no Brasil. |
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Quando da primeira edição deste livro, Darcy Ribeiro escreveu, em Aos trancos e barrancos: "O Brasil afinal volta a filosofar". Crítica da razão tupiniquim foi editada originalmente em 1977. Causou impacto pela forma irreverente e desafiadora de abordar uma questão inquietante: o que significa pensar no periferia do capitalismo? Obra discutida em seminários, congressos, cursos de graduação e pós-graduação. Para esta 12ª edição, o Autor, sem alterar em nada o texto original, escreveu um posfácio, Liberdade e Devir, no qual discute o que significa reinventar o pensamento frente ao atual império ideológico do que chama de globocolonização |
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Conforme diz Dominique Maingueneau no prefácio de Os limites do discurso, esta “obra pode ser lida de duas maneiras - sendo que o ideal é lê-la das duas maneiras ao mesmo tempo: como uma série de estudos sobre questões que interessam à análise do discurso (sentido literal, provérbios, paráfrase, construção dos corpora, efeito de sentido etc.), mas também como um conjunto de variações sobre uma problemática única, projetada em diferentes espaços”. Sírio Possenti, doutor em Lingüística, é professor na Unicamp. Sua área de pesquisa é a Análise do Discurso, mas tem interesse por questões ligadas ao ensino. É autor também de Por que (não) ensinar gramática na escola e Os humores da língua. Pela Criar tem outra obra publicada: Mal comportadas línguas.
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